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Mãe Empreendedora | Petite Partie


fernandaelivia

“A Petite Partie surgiu para quem ama fazer festa!” Com essas palavras, Fernanda Kfouri e Livia Araujo começaram a nos explicar como nasceu a sua empresa, a Petite Partie. As sócias criaram um serviço descolado e criativo de decoração e organização de eventos que cuida de toda a identidade da festa – desde a papelaria e a cartela de cores até as lembrancinhas, o bolo e os docinhos. De onde surgiu a ideia para o negócio? Do olhar apurado e da própria personalidade festeira das sócias! Depois de engravidarem juntas e idealizaram seus chás de bebê juntas, elas pegaram o gosto pela coisa, passaram a ajudar as amigas em festas e, a partir dai, os clientes foram surgindo… Confira, a seguir, a história das empresárias e algumas dicas para as mães que sonham em montar seu próprio negócio.

Como e quando vocês decidiram fundar a Petite Partie?
Trabalhamos juntas por dois anos em uma empresa de varejo de moda e sempre tivemos gostos bem parecidos. Gostamos do mesmo estilo de festas, de combinações de cores, das mesmas referências e sempre fomos festeiras. Engravidamos e planejamos nossos chás de bebê juntas. Depois do chá de bebê, veio o batizado, depois do batizado, o aniversário de 1 ano. E sempre que uma festa chegava ao fim vinha aquele vazio de quando seria a próxima. Quando postávamos as fotos desses eventos em nossas redes sociais, algumas pessoas conhecidas nos perguntavam quem havia decorado. A Lívia então começou a se oferecer para ajudar as amigas a organizar algumas festas. A primeira festa oficial da Petite Partie foi em junho de 2014. Quando a festa foi postada, outras pessoas já se interessaram e, assim, surgiram mais e mais festas. Demorou um pouquinho para Lívia me convencer de entrar nessa… Até que, em junho de 2015, ela conseguiu e fizemos a nossa primeira festa juntas. Assim surgiu nossa parceria que vem crescendo e evoluindo cada vez mais.

Quando as clientes chegam até vocês, quais são os primeiros ‘passos’ para idealizar a festa perfeita?
No primeiro contato nós conversamos para entender que tipo de festa a cliente imagina, quantos convidados, para entender quais os serviços que vamos oferecer. Como fazemos festas personalizadas, elaboramos uma estimativa de valor do investimento. Se o valor estiver dentro das expectativas, fazemos um projeto e aí vamos para o orçamento final. Para fechar o projeto, fazemos uma reunião para conhecer a cliente, o local da festa e então adequar o projeto ao perfil da cliente para que tudo fique perfeito.

Vocês sugerem temas, estilos?
A maioria das mães já vem com o tema definido ou porque já sonham com ele há tempos ou porque viu em uma festa nossa e quer igual. Poucas pessoas nos procuram querendo festas prontas e se acontece nós já avisamos que não é o nosso padrão, gostamos de começar do zero. Buscamos olhar o tema de uma maneira diferente, que ninguém enxergou ainda sabe? E daí vão surgindo as idéias.

Nós amamos temas diferentes, mas também gostamos de fazer os temas mais comerciais com outra leitura. Acreditamos que quem nos procura já se identificou com o nosso estilo.

Quais alternativas recomendam para as mães que têm um orçamento mais enxuto?
Costumamos dizer que para festas, o céu é o limite! Tudo é possível e tudo depende do valor que a pessoa quer investir. Para as mães que tem um orçamento mais enxuto e não querem deixar de comemorar as datas especiais, tentamos ao máximo utilizar os móveis disponíveis no espaço, contamos com peças do nosso acervo que nos ajudam a enxugar o orçamento, buscamos alternativas de decoração mais em conta, flores com preço médio mais baixo, é puxa daqui, estica dali… Fazemos milagre às vezes para o budget render!

Quais são os maiores erros e acertos quando o assunto é decoração de festa?
É fazendo muita festa que a gente vai acertando, melhorando e errando também. Quando o assunto é decoração, acreditamos que o menos é mais. Não tem erro! Nossas mesas não são lotadas de itens, seguimos uma linha mais clean, mais delicada. Quando a mesa está finalizada, tiramos uma foto e vemos o que podemos melhorar, o que está demais, posições que podemos trocar, buracos que ficaram na mesa… Achamos que um grande erro é querer fazer muitas ideias juntas no mesmo tema, isso cria poluição visual e excesso de informação.

Vocês trabalham com parceiros?
Temos vários parceiros que nos ajudam a tornar nossas festas inesquecíveis. Todos os fornecedores são de excelente qualidade – testada e aprovada por nós. Oferecemos em nossos orçamentos bolos, doces decorados, brigadeiros gourmet, bexigas, arranjos de flores, lembranças, peças de locação, serviço de buffet. Nosso grau de exigência é altíssimo. Cada festa é como se fosse para nós mesmos e, por isso, construímos essa relação de confiança com nossos parceiros. Indicamos também serviço de recreação e fotógrafo.

Vocês acompanham a festa no dia? Como funciona o envolvimento da Petite no evento?
No dia nós chegamos com 4 a 5 horas de antecedência para montar a festa (depende do evento). Concentramos as entregas dos fornecedores com a gente ou no local da festa e acompanhamos todas as entregas e a montagem. Quando o buffet fechado é nosso parceiro, assim que finalizamos a decoração deixamos todas as recomendações e orientações com eles para o trabalho fluir bem. Voltamos para desmontar em um horário combinado com a cliente. Pegamos no máximo dois eventos por dia para poder dar a atenção que consideramos necessária.

Algumas dicas práticas para as mães que querem fazer uma festinha linda em casa?
Use um fundo bonito, se for uma parede branca, bole uma decoração com quadrinhos e bandeirola; Use um tecido bonito para a toalha; Um bolo simples, porém bem decorado é fundamental; Conte com pelos menos dois arranjos de flores altos ao lado do bolo; Coloque os docinhos em bandejas com forminhas bonitas; Use um porta retrato com uma foto legal da criança para compor a mesa… Mas o mais importante é a festa ter a sua identidade e as pessoas perceberem isso!

Percebem mudanças nos hábitos de consumo quando o assunto é festa infantil? Tanto no quesito comida quanto no décor?
Percebemos que, assim como na moda, as festa são influenciados por tendências. Quando você olha para o universo de festas infantis, percebe que os temais mais trabalhamos do momento também estão presentes em outros segmentos, como no vestuário, cinema, brinquedos, acessórios. Snoopy, super heróis e raposinha são exemplos bem fáceis de perceber isso. Quantas festas temos visto nesses temas? Outro exemplo bem claro é o da arte chalkboard, que é uma tendência que tem aparecido muito em paredes de restaurantes, quadros de maternidades, cozinhas de casas e virou uma forte tendência para painel de festas.

Qual é o background de vocês (formação, experiências profissionais anteriores)?
Somos formadas em Design de Moda, ambas com pós-graduação em gestão do varejo. Trabalhamos juntas em uma multinacional do varejo de moda, foi lá que nos conhecemos e criamos uma grande identificação e afinidade.

Quais são os maiores desafios que enfrentam ao tocar seu próprio negócio?
Somos uma empresa pequena. Tivemos que aprender diferentes funções. Quando trabalhávamos com moda, nosso foco maior era a criação. Com a Petite Partie, além da parte de criação, tivemos que aprender a lidar com a parte financeira, administrativa e comercial. Quando se tem o próprio negócio é você que faz tudo, então tivemos que desenvolver nossas habilidades em logística, finanças, marketing, até doces nós já fizemos em um momento de aperto. Nós temos que batalhar e ir atrás do nosso faturamento, o que é bem diferente de quando trabalhamos em alguma empresa. Mas quer saber? É um desafio delicioso e que tem nos ensinado muita coisa!

Vocês são mães? Como organizam a rotina profissional X pessoal?
Além de empresárias, somos mães. Livia mãe do Felipe de 2 anos e da Maria Clara de 9 meses e, Fernanda, do Pedro de 2 anos. Nós sempre tentamos adequar nossa agenda. Nossas reuniões são quando eles estão na escola ou quando dormem, fazemos reuniões noturnas pelo telefone e muitas vezes aos sábados. Temos maridos super parceiros que nos apóiam muito em nosso sonho e entram na dança muitas vezes! Sempre nos ajudam com nossas ideias de painéis, decorações suspensas, carregando caixas… Sem palavras para agradecer! Felipe e Pedro também não ficam de fora, vão comprar coisas com a gente, já ajudaram a desmontar festas… Tudo é muito prazeroso, divertido e bem dividido.

Contato:

 

Mãe Empreendedora | Start Arte


PriscillaCredidio

Após 15 anos trabalhando como professora de teatro, expressão corporal e música no Colégio Palmares, um dos mais reconhecidos de São Paulo, a arte-educadora Priscilla Credidio deu um passo além, e criou o Start – Espaço do Pensamento Criativo, em 2011. Com uma proposta inovadora, Priscilla mergulhou em um mercado pouco reconhecido, e, por isso, quase sem concorrentes. A resposta positiva mostrou que sua intuição estava certa e que aquela era mesmo a direção a seguir. Hoje, cinco anos mais tarde, as atividades do seu espaço de arte, cultura e eventos diversificaram e estão ainda mais especiais e bem estruturadas. Entenda, a seguir, os serviços oferecidos pelo Start.

O que é o Start – Espaço do Pensamento Criativo?
É um espaço de arte, cultura e eventos direcionado às crianças. O Start começou só com aulas extracurriculares de cultura, arte, dança e teatro, aberta a todas as escolas da região. Começamos pensando em atender as crianças no período extracurricular, mas, logo no 1o ano, o formato foi se transformando. Como funcionamos em uma casa super aconchegante, as mães começaram a pedir para fazer eventos ali. Então, treinei a equipe para fazer eventos ali e, depois, para fazer eventos externos. Formamos uma equipe de arte-educadores que faz desde eventos corporativos até petit comité para crianças em casa. Damos também cursos de férias – dentro e fora do nosso espaço. Quando começamos, havia uma lacuna no mercado, existiam equipes de recreação, mas não uma equipe de profissionais especializados.

Vocês têm como base um método de ensino específico, digo, um fio condutor, que baliza as atividades do Start?
Não existe um só método. Na verdade, o que a gente faz: trabalhamos diversas áreas e não ficamos focados em uma específica, desenvolvemos nosso próprio método, nosso próprio conceito. Sou fã do método Waldorf, mas a gente não segue a linha total. Tentamos encontrar um equilíbrio de tudo que temos por ai, pra achar um meio termo e trabalhar com as crianças.

Quantas pessoas trabalham no Start e quais formações?
São 12 pessoas, entre arte-educadores e assistentes. Eu pego arte-educadores de diferentes áreas: artes plásticas, artes cênicas (atores), músicos. Basicamente são esses. Tenho também 2 profissionais de educação física, que ajudam no desenvolvimento de atividades lúdicas e corporais

Quais são seus maiores desafios à frente do Start?
O principal desafio é fazer com que as pessoas percebam o diferencial do Start: que é o trabalho com arte-educadores. Existem pessoas que fazem hoje em dia um trabalho semelhante ao meu, mas com funcionários que não são capacitados, que não têm a formação que eu exijo das pessoas aqui. O senso critico aqui dentro é muito grande. Os profissionais têm que ser muito gabaritados. Recebo mães que não têm noção da diferença entre recreação e arte-educação. O maior desafio é mostrar essa diferença. Existe um engajamento muito grande em estudos, projetos, aulas.

Outro desafio: deixar a sala de aula pra assumir a frente de uma empresa. Eu entro nas aulas aqui, peço pra entrar, participar, só pra matar a vontade um pouquinho. Nesses últimos três anos, tenho passado umas vontades.

Como foi esse processo, de abrir o seu próprio negócio?
Dentro do Palmares, eu consegui desenvolver um trabalho que não existia. O colégio não focava energia nessa área, até porque existia um pré-conceito de que arte era bandalheira. Eu consegui abrir um espaço no colégio e, então, sai de lá pra assumir de corpo e alma o negócio. No começo, não abandonei de cara o Palmares, pois não sabia como o Start ia ser aceito dentro do mercado. No começo foi bastante difícil.

Apesar de promover uma série de atividades lúdicas, li no site que você não defende uma “criação solta”. Pode explicar o que isso significa, por favor?
A primeira coisa que a gente preza é dar conteúdo para a criança. As crianças são diferentes, se dou uma tinta e falo: crie, podem ter crianças que tem o dom e vão pintar, mas eu acredito que é preciso mostrar pra criança toda a variedade que existe. Eu acredito que a criança tem que ser orientada, que é preciso dar conhecimento – de material, de processos, de como fazer – pra dai, então, ela criar.

Qual é a sua formação? Seu background?
Sou formada em ballet clássico, fiz magistério, fiz pedagogia, também entrei pra a Oficina dos Menestreis, do Oswaldo Montenegro, onde fiquei por 10 anos. Ali, encontrei experiência para trabalhar com os alunos do Palmares, pois eles trabalham com grupos grandes de pessoas e que não necessariamente estão envolvidos com a arte. O que eu aprendia lá, conseguia transportar pra sala de aula, já que elas tinham no mínio 30 alunos. A Oficina permite que você tenha um outro olhar, que faça a pessoa se sentir importante, foi com certeza a minha maior escola.

O Start se afasta das tecnologias, busca uma abordagem mais ‘analógica’, um regresso às brincadeiras simples e lúdicas?
Totalmente! Nossa proposta é essa mesma. Mas, por exemplo, quando trabalhamos em casamentos, criando o cantinho das crianças (wedding kids), chega um determinado momento que se você não oferece um video-game pra um menino de 10 anos, ele pira. Dentro do Start, no entanto, não tenho essa necessidade, só em eventos grandes. Acredito que a vida tem que ser um equilíbrio.

Mãe Empreendedora | Et Nous


EtNous

Assim como acontece com muitas mulheres, a maternidade transformou não apenas o lado pessoal mas também o profissional de Analice e Paula Fajardo Archanjo. A gravidez das irmãs trouxe a certeza de que elas deveriam se dedicar a algo que vinham pensando há tempos: a criação de uma marca de moda infantil. A seguir, as paulistanas contam detalhes da sua rotina à frente da marca Et Nous, e revelam ainda os benefícios e as dificuldades de serem donas do próprio negócio. Confira!

Desde quando a Et Nous existe? As vendas são 100% online?
Nossa marca existe há pouco mais de um ano. Vendemos online, pela loja eletrônica www.etnous.com.br, e também nas principais feiras infantis. Temos ainda um meio de venda dedicado e personalizado chamado de Malinha Et Nous

Quando e como decidiram criar a marca?
Curtimos muito o universo infantil e sempre achamos este mercado carente de roupas diferenciadas, capazes de expressar a personalidade das crianças. Depois da maternidade, o desejo de fazer roupas para esse público cresceu muito e decidimos realizá-lo, criando Et Nous.

Qual é a formação de vocês e em que área trabalhavam antes da criação da Et Nous?
Analice: trabalho com moda há mais de 20 anos, passei por grandes marcas, como PUC, VR, VRKids, Richards, Crawford, Hering, cuidando do desenvolvimento de produtos e da criação de roupas. Após essa experiência em grandes empresas, decidi me dedicar totalmente à marca Et Nous.
Paula: é administradora e economista, mas a maternidade lhe trouxe também novas perspectivas de empreendedorismo que se concretizaram com a Et Nous.

A gravidez influenciou na decisão de criar a marca? Vocês têm quantos filhos?
Com certeza a gravidez nos trouxe a certeza de que poderíamos concretizar o sonho de ter a marca infantil. O universo da criança passou a fazer parte da nossa vida.
Analice: tenho gêmeos, o Theo e Vinicius, de 7 anos.
Paula: tenho a Maria, de 2 anos, e a Nina, que está a caminho.

Como organizam a rotina?
Analice: Sem rotina, uma mãe fica “louca”. Aprendi, ao longo destes anos, que a rotina é importante para nós, mães, e também para as crianças. Hoje, acordamos às 6 da manhã para preparar e dar café para as crianças e depois levá-las à escola. Trabalho na parte da manhã, para poder buscá-los na hora do almoço, e fazer lição de casa.  Quando eu trabalhava em empresa, nunca tinha esta possibilidade. À tarde, os meninos têm as atividades deles e o jantar aqui em casa é cedo, às 18h30, pois eles dormem às 19h30. À noite, depois que dormiram, finalizo as pendências do dia.

Quais são os principais desafios no dia a dia de empreendedoras?
O principal desafio é sempre olhar para frente, ser persistente e acreditar no seu negócio. Tudo é consequência quando você acredita no que faz.

Vocês têm designers próprios?
Sim, temos uma designer maravilhosa, a Gaby, Gabriela Castro. Ela faz as estampas exclusivas e participou de toda a construção da marca. Todos os passos sempre são alinhados com ela para que a marca tenha uma unidade. Hoje, somos 3 pessoas na Et Nous.

Qual é a faixa etária que atendem?
O foco da marca foi dirigido para crianças de 2 a 12 anos, mas, tivemos uma demanda grande por numerações menores. Por isso, agora, algumas peças começam do tamanho 01.

O que inspira o trabalho e o dia a dia de vocês?
A possibilidade de fazer parte do universo infantil nos inspira. A bagunça do dia a dia e,  enfim,  a vida nos inspira.

Enxergam uma mudança nos hábitos de consumo?
Com certeza os hábitos de consumo estão mudando. As vendas online crescem pois, neste mundo tão corrido, as pessoas precisam de praticidade e confiança na hora da compra, por isso pensamos sempre em facilitar a vida destas mães. Também acreditamos que cada vez mais as pessoas procuram produtos não só pelo produto, mas por uma roupa que expresse a personalidade, que tenha a ver com elas. Nós gostamos de falar que não fazemos simplesmente roupas, e sim queremos ser parte da fase mais legal da vida, que é a infância.

Contato:

 

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Fernanda Floret


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