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Festa Infantil | Arca de Noé


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Que tema mais fofo e perfeito para comemorar o aniversário da irmã mais velha juntamente com o batizado da irmã mais nova! “Os pais pediram uma decoração bem feminina e escolheram o tema “Arca de Noé” por ser um tema bíblico que combinaria com a comemoração do batizado da filha mais nova Maria Vitoria, que tinha sido realizado no mesmo dia pela manhã. Assim reuniriam a família para as duas comemorações“, contou a decoradora Creazioni por AnaLu Bertelli. O desafio foi tornar a proposta de Arca de Noé mais feminino e para isso foi utilizada muitas flores rosas de vários tipos: sweet avalanche, rosa spray, rosa midi, rosa bouquet, hortênsias, boca de leão, lisianthus. O tom predominante nas flores foi o rosa e o lilás bem clarinhos, com toques de branco. Reparem que a mesa ficou encostada num estante, criando um cenário. Na estante, bichos de pelúcias fofos para deixar a decoração mais feminina. Na mesa de doces, docinhos decorados caprichados. Adorei o tema dessa festa!

Batizado do Heitor


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Quando as festas são pensadas em família com várias escolhas cheias de significado, torna tudo ainda mais especial. Esse foi um batizado simples, mas estou encantada com o depoimento da mãe, a fotógrafa Simone Novato, e os anjinhos de feltro.

Quando decidimos batizar o Heitor, pensamos em uma cerimônia bem íntima, visto que nós todos (pais e irmão, avós e padrinhos) iríamos almoçar em um restaurante que marcou toda nossa trajetória como família. Meu marido começou a frequenta-lo quando tinha uns 5 anos. Me levou quando nos conhecemos, frequentei grávida do meu primeiro filho, logo depois quando ele estava maior também adorava comer lá e na gravidez do Heitor também estivemos muito presente. Este restaurante marca o crescimento da nossa família. Eu sou fotógrafa e adoro quando a decoração é bem personalizada. Então neste batismo colocamos a mão na massa (literalmente) e a madrinha me ajudou em vários detalhes”.

Batizado do Nicolas


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O dia do batizado do Nicolas foi tão especial para mim que me lembro como se fosse ontem, com muito carinho no coração. Vamos começar do começo: apesar de adorar rituais e tradições, quando ele nasceu, cuidado do bebê e trabalhando ao mesmo tempo, eu nem conseguia pensar em organizar um batizado. Fui deixando passar. Até que ele completou 5 meses, liguei na igreja que eu queria o batizado – a mesma que eu fui batizada e fiz primeira comunhão, e descobri que era concorrido o agendamento. Eu não queria batizado comunitário, então tinha que escolher entre as opções de dias e horários para cerimônias exclusivas. Deixei meu nome meio que em lista de espera e duas semanas depois fui encaixada numa desistência.  E assim foi o dia  24 de Outubro de 2015, um sábado, às 11h da manhã, coincidentemente dia de “merversário” de 7 meses do Nicolas.

Minha irmã mais nova e seu marido foram os escolhidos como padrinhos do Nicolas. É regra da Arquidiocese Brasileira de que se os padrinhos forem um casal casado, é obrigatório que seja na igreja (item 3.4 das normas da Arquidiocese que “os casais amasiados ou casados somente no civil sejam orientados a regularizarem a sua situação com o matrimônio cristão”). Sei que algumas igrejas são mais flexíveis quanto à regra e não fazem tal exigência. A igreja que eu escolhi fez a exigência e sendo sincera – apesar de eu nem ser tão praticante na religião, acho correto, já que os padrinhos devem ser cristãos, então faz sentido que o matrimônio tenha sido na igreja. Minha irmã e o marido são casados, porém não na igreja. Para que pudessem ser padrinhos do Nicolas eles se casaram na igreja um mês antes da cerimônia de batismo, foi muito especial.

Eu sempre imaginei o batizado como uma cerimônia restrita para a família próxima. No meu caso, as famílias são pequenas, se resumem aos nossos pais e irmãs (meu pai e falecido. A mãe do meu esposo também é falecida. Nossos avós também já partiram para o céu). Sempre imaginei a cerimônia na igreja seguida de um almoço em casa, para que pudéssemos ficar reunidos em volta da mesa conversando e degustando um almoço maravilhoso.

Sempre também tive o plano de usar flor de algodão na decoração de alguma festa. Pensei em usar no chá de bebê do Nicolas, na festa de 1 anos, mas depois resolvi que seria perfeito para o batizado, pelo significado de pureza. Entrei em contato com o florista André Pedrotti e perguntei se seria época de conseguir galhos de flores de algodão. Ele confirmou que sim e tive meu sonho realizado. Sério, eu amo essa parte, estou toda orgulhosa porque a ideia foi minha, não contratei decoradora desta vez, fui eu quem pensei em todo o conceito e foi eu quem arrumou cada vaso em cada lugar durante a madrugada toda que antecedeu o batizado. Mesa de jantar posta completa, lugares marcados, arranjos baixos de flores de algodão, tudo perfeito. Como a mesa já estaria ocupada com os pratos para o almoço, ficou a questão onde colocar o bolo e doces (no meu conceito, tinha que ter uma local para bolo e doces!). Foi então que resolvi transformar a estante da sala na “mesa de doces”. Tirei toda a decoração do dia a dia, enchemos de arranjo florais brancos (não só flor de algodão, mas também rosas e hortênsias), alguns porta retratos, muitos docinhos e o bolo centralizado. O bolo da Piece of Cake tinha desenhos do espírito-santo em relevo, ficou lindo. Os docinhos da Louzieh já são tradição aqui em casa, escolhemos todos com fondant branco, para coordenar com a decoração.

O buffet Marcelo Gussoni cuidou de todo o cardápio (com canapés, entradinhas, 3 pratos e sobremesa) e serviço impecável. Também é tradição aqui em casa brindar com o Champanhe Laurent-Perrier. Recebemos de presente uma garrafa rosé edição especial para este momento.

De lembrancinha, preferi não fazer nada tradional de prata que iria ficar amarelando na gaveta das pessoas e escolhi as caixas forradas de linho da Jeniffer Bresser, com bordado ton sur ton “Batizado Nicolas”, bem clean e chique. As caixinhas serviam para os convidados colocarem docinhos e levarem para casa após o almoço.

Ficou faltando falar da roupa do Nicolas. Já disse, sou apegada à tradições. Na minha família não temos um mandrião usado por gerações… Então resolvi começar a tradição! Comprei um mandrião lindo de renda renascença e espero que possa passar por muitos batizados na família. Após a igreja, trocamos a roupa do Nicolas para uma calça e body-camisa de linho branco.

As fotos são da fotógrafa querida Fernanda Petelinkar, que já faz parte dos eventos da família, e ficaram encantadas, ela não perde nenhum detalhe. Foi difícil escolher poucas fotos deste momento tão especial. Estou feliz em compartilhar este dia cheio de amor e abrir minha casa para vocês.

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Um pouco sobre

Fernanda Floret


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