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Quando levar o bebê ao dentista?


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O que a Odontopediatria trata? Qual é a idade recomendada para levar o bebê a um Odontopediatra? Como escolher o dentista ideal? Estas (e muitas outras) questões costumam preocupar os pais, especialmente os de primeira viagem, quando o assunto é a saúde bucal dos filhos. Pensando em solucionar tais dúvidas, a redação do blog conversou com uma expert no tema: a Dra. Márcia Amar, Mestre e Especialista em Odontopediatria. Confira, a seguir, as opiniões da profissional quando o assunto é:

vdm01 IDADE RECOMENDADA PARA A PRIMEIRA CONSULTA
“A primeira consulta deve acontecer dentro do primeiro ano de vida, de preferência antes do aparecimento dos primeiros dentes, para que os pais recebam orientação precoce sobre os cuidados a serem adotados a fim de prevenir o aparecimento de doenças bucais e dentárias.”

vdm02 FREQUÊNCIA DAS CONSULTAS 
“O Odontopediatra definirá a frequência dos retornos de acordo com o risco que a criança corre em adquirir a doença dentária. Quanto maior o risco, menor o espaço entre as consultas.”

vdm03 PRINCIPAIS TRATAMENTOS PREVENTIVOS
“Os tratamentos preventivos são direcionados para evitar cárie, doença de gengivas e problemas de oclusão.”

vdm04 ATENÇÃO NA PRIMEIRA VISITA AO CONSULTÓRIO
“Certifique-se de que o dentista é especializado em odontopediatria e em tratamento de bebês (nem todos são); observar se o ambiente está equipado para isto e se possui equipe integrada para o atendimento.”

vdm05 PRINCIPAIS ERROS DOS PAIS EM RELAÇÃO À SAÚDE BUCAL DOS FILHOS
“Falta de orientação precoce, não estabelecer hábito de higiene bucal desde o nascimento, introdução precoce de alimentos açucarados na dieta, uso frequente de açúcar durante o dia e a noite, nutrição inadequada, ida ao dentista tardiamente para início de programa preventivo.”

vdm06 CUIDADOS ESSENCIAIS NO DIA A DIA
“É fundamental uma rotina adequada quanto a hábitos de higiene bucal e de dieta em relação aos filhos; rotina quanto ao tratamento odontológico e supervisão quanto à mastigação, deglutição e respiração visando um desenvolvimento adequado.”

vdm07 PROBLEMAS MAIS FREQUENTES EM BEBÊS
“Problemas de cárie precoce devido a mamadas noturnas e falta de higiene, hábitos de sucção de dedo e chupeta e trauma dental.”

vdm08 PROBLEMAS MAIS FREQUENTES EM CRIANÇAS
“Cárie dental e problemas de mordidas cruzadas e de má oclusão.”

vdm09 DICAS PARA HABITUAR OS FILHOS
“Iniciar a higiene bucal desde o nascimento condiciona o bebê a ter a boca sempre limpa e esse será um ato sempre prazeroso. Interação das crianças desde pequenas com os pais nas rotinas dos cuidados dentais. Torne este momento em um momento prazeroso, de interesse da criança, fazendo com que ela sinta é importante para sua saúde e bem estar. Incentive este momento com escovas adequadas, livros, música e material lúdico correspondente, existente no mercado, internet, etc.”

vdm10 TESTEMUNHO E DICAS DE UMA MÃE DENTISTA
“Sou mãe, minha filha tem 25 anos e nunca teve cárie, tem um sorriso lindo, come chocolate como todo mundo, mas sabe quando e quanto comer.   Desde pequena incentivei-a a escovar os dentes, levei-a ao dentista; ensinei-a a fazer uso do açúcar com a razão, não com a emoção, dormir com a boca sempre limpa. Teve momentos em que a rotina falhou, como acontece em toda a família, mas isto era a exceção, por isso deu certo! Prevenção é um trabalho diário que tem início durante a gestação e deve ser feita de acordo com orientação dada à gestante! A primeira consulta do bebê deve ser feita dentro do primeiro semestre de vida para avaliar o bebê e dar novas orientações para quando vierem os primeiros dentes. A partir de então é manter a saúde, eliminar riscos, evitar os maus hábitos e incentivar os bons. Com isto estaremos criando gerações livres de cáries e com saúde bucal, sem traumas e medos!”

Cuidados com a higiene nasal | Por uma vida saudável


Higiene-Nasal

Realizar constantemente a higiene nasal em bebês e crianças entre zero e quatro anos é tarefa essencial para preservar a qualidade de vida deles. Por facilitar a drenagem de secreções e evitar o acúmulo de partículas e agentes infecciosos nas vias aéreas, tal cuidado afasta infecções respiratórias, crises de alergia, os famosos resfriados e as gripes. De acordo com especialistas, os pais ou responsáveis devem cuidar da higiene desde o início da vida do bebê, e nos dois primeiros meses a atenção deve ser redobrada, pois nesta fase o pequeno ainda respira exclusivamente pelo nariz e está mais suscetível às doenças respiratórias. Em períodos secos ou locais muito poluídos, a hidratação se faz ainda mais importante. A dra. Maura Neves, otorrinolaringologista do Hospital Universitário da USP, esclareceu algumas dúvidas que podem pintar quando chega a hora de higienizar o nariz dos filhos. Confira, abaixo, colocações dela:

Fatos importantes sobre higienização nasal infantil:

– Com a obstrução das narinas, a passagem do ar torna-se ruidosa e prejudica a respiração, a amamentação e o sono

– Para os recém-nascidos e os bebês de até dois meses, o recomendável é fazer a higiene do nariz antes de cada mamada

– O cloreto de sódio 0,9% é a solução mais indicada para crianças, pois não causa ardência, queimação e irritação

– O mais indicado é que os pais optem por soluções livres de conservantes

– A higienização nasal não tem contra indicações e deve ser feita pelo menos duas vezes ao dia

Em casos de doenças, intensificar as lavagens costuma reduzir os sintomas e, assim, acelerar o quadro de melhora

Influência das condições climáticas
Quando as temperaturas oscilam de forma brusca, a transmissão de gripes e resfriados torna-se mais frequente, pois o sistema respiratório trabalha mais para aquecer e filtrar o ar frio até que ele atinja a temperatura do corpo. “Com o nariz funcionando bem, o sistema de defesa respiratório fica otimizado”, conta a médica, e continua, atentando para soluções atuais: “Hoje, temos a opção de spray nasal com um sistema de bolsa a vácuo que permite a aplicação em qualquer posição além de um bico anatômico, ideal para o tamanho reduzido da narina da criança”.

Como realizar a higiene
Soro fisiológico e não água: a água não é recomendada para tal função, pois sua concentração de nutrientes é diferente da do nosso organismo, o que costuma irritar a mucosa nasal. Escolha o soro fisiológico sem acréscimo de conservante. Para aplicar a solução, use um conta gostas, enchendo-o entre um quarto e a metade.
– Fuja dos cotonetes! A haste flexível de algodão é contraindicada no processo, pois pode machucar o orifício nasal delicado, além de deixar resíduos de algodão que podem dificultar a entrada e a saída do ar.
– Recorra ao aspirador nasal – Este sistema com bolsa a vácuo, disponível com bico de borracha, plástico ou silicone, costuma facilitar a vida dos pais na hora da higienização. Depois de aplicar o soro no nariz no pequeno, comprima o aspirador (que costuma ter formato de pera) com os dedos e encaixe-o na abertura da narina. Quando o bico estiver posicionado, solte a pressão do aspirador, pois isto fará a secreção ser sugada para o interior do produto.

Cuidados com o coto umbilical| Dicas da especialista


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Durante toda a gravidez, o organismo da mãe e o do bebê se comunicam através do cordão umbilical. Composto por uma veia e duas artérias, ele cumpre a importante função de transmitir as substâncias que nutrem o organismo e garantem a respiração do embrião. O cordão é pinçado e cortado logo após o nascimento, mas, cerca de dois a três centímetros dele permanecem presos ao bebê – estrutura conhecida como coto umbilical. “Depois que o bebê nasce, a veia e as artérias começam a secar e, entre 7 e 10 dias, o cordão deve cair”, conta Nicole Udsen, pediatra neonatologista, formada pela Universidade de São Paulo, que trabalha no berçário do Hospital das Clínicas. Nessa fase, alguns cuidados de higiene são necessários para preservar a saúde do bebê. Pensando nisso, a equipe do blog conversou com a especialista para esclarecer algumas dúvidas sobre o assunto.

Aspecto nos primeiros dias
Muitas mães, especialmente as de primeira viagem, desconhecem e até se assustam com as mudanças no aspecto no coto. Logo após o nascimento, o cordão é bem gelatinoso e claro, ao correr dos dias, uma casquinha vai se formando e ele escurece. “Ele vai ficando bem seco, o que a gente chama de mumificado, até cair”, esclarece a médica Nicole. Caso saia uma secreção amarelada nos primeiros dois ou três dias, não se preocupe, isso é completamente normal.

Como realizar a higiene
Para evitar infecções, é preciso deixar o coto e sua base sempre limpos e secos. A limpeza deve ser feita com um cotonete embebido em álcool 70 %, pelo menos três vezes ao dia. A mãe deve limpar toda a parte que ainda está meio gelatinosa, principalmente a junção dela com a pele. “É normal que saia uma sujeirinha amarela e até mesmo um sangue velho”, conta Nicole. Após a limpeza, a mãe já pode colocar a fralda e a roupinha. Não use nada que deixe a região fechada e sufocada, como um curativo, ou que deixe-a muito molhada, como um algodão com ácool. “O que acontece muitas vezes, especialmente no caso de mães de primeira viagem, é o medo e o nervoso de limpar – medo de passar o cotonete, de não limpar bem, porque acha que vai doer. Lembre-se que o umbigo não tem nervo, então o filho não sente dor. Se houver choro, nessa momento, ele é por outros motivos: porque é gelado, porque ele tá peladinho. Lembre-se você não está machucando o bebê, mas sim cuidando da higiene dele”, conclui a médica.

Com o que se preocupar
Perguntamos à especialista quais fatores são preocupantes nesta fase.
“Procure o pediatra se o umbigo não cair em até duas semanas, se a pele ao redor começar a ficar vermelha ou se a região ficar com cheiro ruim, porque pode se tratar de uma infecção de onfalite.”, adverte.

O coto caiu, mas o umbigo ficou alto
Na maioria das vezes, duando o umbigo fica alto, trata-se de uma hérnia umbilical. Ela costuma fechar nos dois primeiros anos, os pais devem observar. “Ela pode fechar em um mês ou pode fechar em dois anos, depende muito de cada caso”, conta a pediatra. Outra coisa que pode acontecer, adverte a profissional, é a formação de um granuloma. O granuloma é uma bolinha no meio da pele, uma cicatriz que não indica nada de grave, mas requer atenção. “Quando o granuloma aparece, a mãe só precisa limpar por um pouco mais de tempo a região, para o granuloma regredir”, conta.



Um pouco sobre

Fernanda Floret


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