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Le Delice

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Nada de papinhas, conheça o novo método BLW!


BLW

Chamado de “Baby Led Weaning” (desmame liderado pelo bebê) e criado pela Gill Rapley, autora do livro “Baby-led Weaning: helping your baby to love good food”, esse método de introdução de alimentos é bem diferente do que vemos por ai e oferece liberdade e variedade para o bebê que começou a comer.

Os bebês devem ser amamentados com leite materno exclusivamente até os 6 meses de idade, depois disso, o método já pode começar. Segundo a autora, bebês que foram amamentados exclusivamente estão preparados para o método – que que o aleitamento quem comanda a ingestão é o bebê – e, além disso, o fato do leite materno mudar de sabor conforme a variedade da dieta da mãe, ajuda na aceitação de uma maior quantidade de alimentos pela criança.

Basicamente, nesse método são colocados alimentos diretamente na bandeja, do tamanho em que o bebê consiga pegar e a criança que toma a iniciativa e interesse em tocar, cheirar e comer os alimentos. Segundo a autora, essa liberdade que é dada fornece a oportunidade de descobrir tudo o que os alimentos têm a oferecer, como a sua cor, sua textura, o seu cheiro e o seu sabor.

A transição das mamadas para a alimentação sólida também se torna mais tranquila e lúdica, uma vez que o momento da alimentação torna-se mais interessante e aguça a curiosidade das crianças, sendo esse o principal fator para o consumo (o fato do bebê estar curioso com o alimento e não faminto).

Muitas pessoas se preocupam se a criança irá engasgar. Bem, Rapley diz que, ao contrário da alimentação com colher, o BLW oferece menor risco para a criança, uma vez que é ela quem está no comando de sua alimentação. A autora ressalta que os bebês não são capazes de pegar itens muito pequenos, portanto não engasgariam.

Além disso, para a autora, o desenvolvimento da criança ocorre de maneira orquestrada, ou seja, bebês que ainda tem dificuldade em agarrar e levar um alimento para a boca, não estariam prontos para comer. Bem, apesar disso, a atenção e cuidado dos pais no momento da refeição do bebê é bastante importante!

Sobre a ingestão calórica, alguns especialistas salientam que esse método pode deixar que a criança não consuma a quantidade ideal de calorias na refeição e orientam a fazer um “mix” dos métodos, ou seja: oferecer a papinha (sem estar liquidificada ou peneirada) e deixar que o bebê entre em contato com os alimentos na sua forma íntegra. Já a criadora do método defende que as crianças adeptas ao BLW acabam consumindo até uma maior quantidade de alimentos justamente pela forma lúdica e curiosidade.

Meu conselho é: cada criança é uma! Se seu bebê se adaptou bem ao método e está se alimento bem, ótimo! Se não, faça a forma mista. De qualquer maneira, com papinha ou sem papinha, deixar o seu filho tocar, sentir o cheiro, a textura, se lambuzar com o alimento é sim muito bom e deve ser incentivado sempre!

No próximo post, vamos falar do passo a passo para o BLW.

Colunista_Natalia

Festa Infantil | Passarinhos


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Sofia fica maravilhada quando vê um passarinho. O encantamento acabou virando tema da festinha de 1 anos em Brasília. Tudo delicado em rosa e amarelo. Mas o que amei mesmo foram as lembrancinhas criadas pela mãe, vovó e amigas: lápis com ponteira de passarinho em feltro, além da caixinha forrada com o mesmo tecido de toda decoração e docinhos dentro. Quem registrou todos os detalhes foram Vivi e Luiz Fotografias.

Crianças francesas não fazem manha


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Depois de ler o livro “Crianças francesas não fazem manha”, minha vontade é pegar o avião e ir pessoalmente dar uma abraço na Pamela Druckerman, autora do livro. Concordo e me identifico muito com o “lado francês” da criação de filhos que ela narra numa de forma deliciosa e inteligente no livro. Para quem não sabe, Pamela Druckerman é americana residente em Paris, onde teve 3 filhos, e por anos fez um estudo comparativo entre a forma como americanos e franceses criam os filhos.

Antes de falar do livro, vou contar uma história de 2009, eu tinha um ano de casada e não planejava ainda engravidar. Fiz uma viagem com meu marido e um casal de amigos para Provence e Paris, na França. Um fim de tarde de verão na piscina do nosso hotel em Aix-en-Provence, uma cena chamou nossa atenção: o hotel tinha maioria dos hóspedes franceses, muitas crianças brincavam na piscina ao nosso redor, todas se divertindo e sorrindo, nenhuma gritando e correndo enlouquecidamente. Em certo momento, uma família de pai, mãe e dois filhos conversavam na beira da piscina, até que o pai saiu para buscar algo e aparentemente a mulher esqueceu de pedir algo a mais para ele e tentou o chamar enquanto ele se distanciava, porém o homem não escutou. Ela simplesmente voltou a sentar e esperou o marido voltar para falar o que tinha que falar, sem gritar pelo nome dele. No momento desta cena, eu, meu marido e o casal amigos nos olhamos meio surpresos e comentamos que se fosse no Brasil, a mulher teria gritado, as crianças estariam gritando (sem se importat se haviam outras pessoas em volta). Foi muito engraçado porque a gente se olhou e simplesmente comentou “Ela não gritou para chamar o marido!”. E desde esse dia eu entendi que as crianças francesas não gritavam simplesmente porque os pais não gritavam para falar um com o outro. O ambiente é mais tranquilo, há um senso maior de educação com quem está ao redor (ninguém é obrigada a aguentar gritaria de ninguém!).

Às vezes presencio cenas de crianças mal educadas, birrentas e barulhentas, e suas respectivas mães que para fazerem os filhos pararem a bagunça, gritam mais ainda. Para mim é simples: pais estressados, pais que gritam = filhos estressados, filhos que gritam.

Por isso concordo com o livro, que ensina a criar a rotina do sono e da alimentação do bebê, saber dizer não com firmeza e explicando o motivo (sem deixar a criança dominar a casa), levar alimentação à sério ensinando desde cedo a comer/ experimentar de tudo (nada de prato só de criança. Criança deve comer o mesmo que os adultos), ensinar a criança a brincar sozinha e respeitar o horário dos adultos, não deixar a vida de casal e o lado mulher de lado. Aliás, estou bem cansada do estilo “reizinho” que alguns usam para criar os filhos, deixando fazer tudo, sem limites, sem se importar se está incomodando os outros, sem dizer não, achando que criança pode tudo.

Sei que ler e comentar é fácil, o difícil é colocar em prática. De minha parte, vou me esforçar o máximo para o clima de harmonia prevaleça sempre em casa. Pais felizes, filho feliz, família feliz.

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Um pouco sobre

Fernanda Floret


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Vestida de mãe

  • Sofia ficava encantada cada vez que via um passarinho. Acabou virando o tema de sua festa de 1 ano! Post completo no blog, fotos @vivieluizfoto, de BSB ??
  • Semana passada estava tããããooo quente que fiquei com preguiça de me arrumar e tirar a foto da barriga! Mas hoje eu fui e apesar de não parecer pelas fotos, acho que está crescendo bastante. #31semanas #31weeks #maedemenino #grávidafeliz
  • Lá vamos nós para uma caminhada na água! ??? Segundo minha personal gestante @melcirello, serve como ótima drenagem!
  • Hoje é dia de sessão de fotos no estúdio da @fernandasa! Louca para ver o resultado! ?
  • Uma coisa eu tinha certeza quando me descobri grávida: eu queria muito fazer ginástica a gravidez toda para me sentir bem e evitar engordar demais. Contratei a personal gestante @melcirello e hoje, no meu diário de grávida no blog, conto como está sendo! Estou adorando ser uma gestante ativa, sem dores e inchaço! ??? #ginásticanagravidez #personalgestante #vestidademae
  • Desejo da tarde: brigadeiro de churros da @giveagiftgourmet! A boa notícia é que todos os produtos estão com 10% de desconto para pedidos fechados até 25/01, com entrega em qualquer data de 2015! ?
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